quarta-feira, 23 de maio de 2012

Um bom lugar

       O meu quarto é um bom lugar.
     Nele, constituo minha família da maneira mágica que sempre idealizei e somos felizes para sempre, como em todo bom conto de fadas.
     Nele também, sou abandonada e opto por uma vida de viagens e experiências singulares, sem lembrar da dor da solidão.
     Conheci vários lugares no meu quarto.
     No meu quarto, termino a faculdade desgostosa e concluo outras duas com sucesso, gosto e amor.
     Nele escrevo sobre essas coisas de pessoas e sou ovacionada por isso. Mas também ganho na Mega e levo

quinta-feira, 15 de março de 2012

Dos fardos da vida

Uma formiga pode aguentar até 50 vezes O SEU PRÓPRIO peso.

Então é normal que duas formigas diferentes não aguentem carregar o mesmo fardo, certo?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Missão comprida, cumprida.

Vivemos tempos em que, as vezes sem perceber, nos convencemos de querer para nós, coisas que a sociedade nos impõe: carreira bem sucedida, bom salário, destaque na área de atuação, uma boa posição social e uma chuva torrencial de objetivos que, julgam ser imprescindíveis à nossa felicidade.
Então, em detrimento ao desejo pessoal de não ser exatamente aquilo, nos afogamos em estudos em áreas promissoras, em trabalhos que nos roubam o tempo de viver as coisas simples (e deliciosas) da vida, em cobranças doentias voltadas a nós mesmos e mergulhamos em atividades, que na verdade, não gostamos, mas que atendem bem ao modelo social moderno.

Tudo corre bem, mas tem validade.
Isso porque chega o momento em que, abrir mão das coisas que realmente te compõem, te roubará o prazer de cumprir as obrigações impostas.
A partir daí não tem jeito...
É hora de admitir que você já deu o seu melhor e que nada mais poderá ser acrescentado por sua parte.

É hora de ter coragem de partir para o incerto.
Ser um reles mortal com vida comum e imensos prazeres encontrados nas coisas pequenas. Ou uma outra obrigação social. Quem sabe...

Quebrar esses paradigmas é atitude de coragem e passível de orgulho! Enfrentar o medo, as incertezas, mas conseguir fugir dos padrões que aprisionam.
Alguém há de gostar da pessoa que você realmente é e das escolhas que te movem.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Do que dói

Sim! Choro uma amizade perdida...
E o faço agora...

E é só.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A agora José?

E quando você perde a coragem, a vontade, o que faz?
E quando você deseja desistir, sair correndo, abandonar tudo, largar pra trás?
E quando quer abstrair, esquecer, não ter que fazer escolhas?
E quando sobra o vazio?

E no momento crítico, quando a exaustão é tanta e em tantos aspectos, a ponto de não querer mais...? Não querer mais nada?

Queria enxergar aqui dentro, mas acho que ceguei!